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Cínico, sarcástico, narcisista, exibicionista, malacabado, lazarento, troll, desgraçado...
Mas acima de tudo, sou uma boa pessoa

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Não resisti.
(Source: blogdenoticias)
Musiquinha chata da porra.

Santa genialidade do povo brasileiro! Paguei 200 dilmas em um volante em 2009 e esse cara deve ter gastado menos de 5 reais para fazer um desses! Só pode ser um irmão perdido, porque meu pai é dono de fazer gambiarra.
MEODEWSDOSÉL! Que diabos alguém com total capacidade mental faz um vídeo vestido de Dollynho com uma máscara que parece um preservativo ou um Klu Klux Klan e que ainda FABRICA o rótulo da garrafa. Era mais barato ter comprado o refrigerante inteiro!
Hoje você não vai dormir pensando no Dollynho
Em um mundo de Web 2.0, globalizado e sem fronteiras, aparecem muitas “pseudo-celebridades”. É o caso dos vloggers, aquelas pessoas que gravam vídeos e postam na internet, sendo uma variação dos blogs. A diferença é que a pessoa não se comunica por texto, mas por vídeo.
Acontece que observo que está ocorrendo uma rápida ascensão dos vloggers na mídia televisiva, onde eles ganham espaço e até programas no quadro das emissoras. Só que isso revela uma face dessas pessoas.
Assistia vlogs. Não assisto mais. Hoje, os mais populares, como o PC Siqueira (que acompanhei desde o primeiro vídeo) e Felipe Neto ganharam um destaque muito grande na mídia e claro, uma boa grana. Podemos dizer que hoje eles tem fama e fãs.
Mas observo que eles parecem ter mudado sua postura. O PC Siqueira começou a agir com uma pitada de “Eu Sou Rico” e até passa a ignorar os fãs. Mas ele não é nenhum artista, ele é um vlogger, um cara que mostra seu ponto de vista usando uma câmera e nada mais. Ele pode ganhar uma boa grana em publicidade, mas isso é dele. A questão é: Por que as pessoas mudam tanto quando ganham fama, poder ou dinheiro?
Isso se explica com o popular “Espírito de Pobre que ganhou alguma coisa”. É como aquele seu vizinho que acabou de comprar um carro melhor que o dos outros e só falta esfregar o licenciamento do carro novo na cara dos outros. É como aquele funcionário que foi promovido e agora quer pisar em todo mundo. É como aquele cara que saiu do anonimato e se acha superior a todos.
Bom, o PC Siqueira sempre deixou exposto que não gosta muito de assédio, mas gravar vlogs e pôr na Internet com o objetivo máximo de ficar famoso tem consequências. O X da questão é que hoje ele age como se tivesse se tornado um milionário.
Como diz o ditado “Quer conhecer o caráter de uma pessoa, dê poder a ela”, essa é a melhor maneira de conhecer a face e personalidade de uma pessoa. A ambição não faz mal, desde que você não atropele outras pessoas e humilhe elas para subir ao posto mais alto.
Mais um ano se passou, e bem rápido. Fiz uma análise sobre tudo que aconteceu em minha vida nesse ano e conclui que 2010 foi um ano estável. Os fatos bons neutralizaram os ruins, mas não foi o suficiente para dizer que foi um ótimo ano.
Em Março de 2010, ocorreu o reinício das aulas. Vinha de uma excelente convivência que experimentei na 7ª série em 2009. Com alguns percalços, alguns rodaram, outros trocaram de escola ou de turno. Na minha nova turma de 8ª série, encontrei pessoas que conhecia, mas não me relacionava. Poucos colegas do ano de 2009 ficaram e ainda saíram durante o ano.
No começo, observei que a minha turma era como um arquipélago: as pessoas eram “ilhadas” e não se relacionavam. A classe era dividida e no começo não houve muita conversa. Começaram então as aproximações. Fizemos campeonatos de PES no PlayStation, jogamos futebol até tarde, tudo parecia bem encaminhado. Ao mesmo tempo, meus ex-colegas continuavam junto comigo e traziam mais amigos que vinham da turma deles. Eles me acordavam de manhã após a aula para a gente fazer uma zueira.
Em um desses campeonatos, o relacionamento da turma começou a ruir. Houve grande saída de alunos, grande parte devido a conflitos que se geraram.
O meu relacionamento piorou com todo mundo e não me sentia feliz lá. Falava pouco com as pessoas. Um ápice e declínio em menos de seis meses.
Posso dizer com toda certeza que se não fossem meus amigos que convivi no ano passado, seria muito pior. Tentei trocar de turma, falei com a vice-diretora e expôs minha situação. Ela pediu para ter calma e paciência, mas eu não tinha.
Ocorreu uma reviravolta. Um ex-colega de 1ª Série veio estudar na minha turma. Sempre me dei muito bem com ele. Bom, agora eu já tinha alguém para conversar. Depois, um outro grande amigo veio para a minha aula. Fomos colegas da Pré-Escola até a 4ª Série. Minha convivência melhorou muito. Com eles fiz muitas zuações, assim como fiz com meus outros amigos.
2010 foi um ano de renovação de gadgets e equipamentos eletrônicos. Troquei de smartphone, ganhei um PC novo que tanto enchi o saco para ganhar e pude jogar todos os jogos que quis.
2010 foi o ano que fui fazer uma longa viagem de excursão da escola para o Beto Carrero´s World e Balneário Camboriú, que foi muito divertida e arriada.
2010 foi o ano que não passei no Politécnico e fiquei muito decepcionado com isso, apesar de não ter feito nenhum curso preparatório.
2011 será um novo ano, um novo ciclo da minha vida. Entrada no ensino médio, nova escola, novas convivências e quem sabe, mais sorte na vida amorosa. Sem claro deixar, as amizades que colhi e plantei na escola que estudei por nove anos, amizades que carrego para sempre. Feliz 2011 a todos e que todos tenham um ano muito melhor que 2010 mesmo com a Dilma eleita.

É notável que hoje NERD está na moda. Vide Sheldon Cooper. Mas é clichê definir um NERD. Antigamente, definia-se um NERD como aquele cara de cabelo “lambido”, de camisa xadrez e óculos fundo de garrafa devido ao estrabismo gerado pelo monitor CRT. Era o zuado da escola, não desgrudava de seus livros, sem amigos (suas companhias eram apenas o computador e uma coleção da trilogia de Star Wars) e sempre tirava as melhores notas. Hoje, existem várias definições de NERD. Hoje, o NERD tem vida social, vai a festas, tem amigos, não sobrevive sem seu computador ou smartphone, está antenado nas tendências de tecnologia e redes sociais e abandonou aquele visual “um tanto estranho”, mas mantendo-se grande fã de séries, filmes e dono das melhores notas da classe.
Sempre fui definido pelos meus amigos como um NERD, mas não tenho todas as características deles. Posso dizer que sou entusiasta por filmes, mas preguiçoso para ver séries. Sem meu computador e meus games e meu smartphone com Twitter e Facebook não sou ninguém. Apesar de tudo, sempre carreguei um DNA de zuações, como quando eu e colegas trancamos minha professora do lado de fora da sala na Pré-escola.
A classificação que achei em um blog define bem um NERD e seu estereótipo em relação ao resto da sociedade:
Nerd classe “D”: Não sabe que é Nerd e acha quem é insuportável, principalmente quando está com o cônjuge ao lado (sim, é casado)… Porém teve taquicardia quando falaram que Watchmen seria filmado (achou blasfêmia), fica deprimido quando morre alguém ligado a produção do seriado Star Trek ou sempre usa a desculpa do sobrinho quando entra em uma loja pra ver um boneco do Darth Vader.
Nerd classe “C”: Tem vida social e, normalmente, conversa sobre vários assuntos (não-nerds). Acredita ser um Nerd mas não deixa as pessoas “normais” perceberem (mais por respeito do que medo). Deixa de comer pra trocar a placa de vídeo por uma que rode aquele jogo mais novo. Diz pra namorada ou namorado (sim, namora) que vai atrasar, mas não fala que é por causa do último número do “Final Crises” que está baixando da net. Chegou a chorar no cinema quando viu a “Millenium Falcon” aparecer por 2 segundos no Ep. III, mas saiu da sessão falando que George Lucas perdeu “a mão” da coisa toda.
Nerd classe “B”: Troca, sem muita dificuldade, o convívio social por horas de Ragnarok. Planeja, cuidadosamente, uma forma de se vingar do diretor Stephen Norrington e dos irmãos Wachowski (usando o Twitter para isso). Está no terceiro sabre de luz, já que os dois primeiros quebrou “brincando” em convenções. Tem uma coleção respeitável de miniaturas, personagens, HQs, filmes, jogos (RPGs convencionais e games digitais), camisetas emblemáticas (com estampas que só Nerds entendem) e guarda suas roupas em cima de algum móvel ou mesmo no chão. Procura uma namorada ou namorado também Nerd, de preferência que não tenha os mesmos quadrinhos.
Nerd classe “A”: Acha que sexo é para reprodução e aprimoramento genético, por isso não tem pressa. Tem certeza que dinheiro é para ser investido em conhecimento nerd e hardware.
Me encaixo na classe C em parcialidade, afinal estou solteiro e não assisti Star Wars.
MEODEWSDOSÉL! Sorte dessa criatura ter ido para a recuperação, se eu fosse o professor, nem para isso ela iria. Sério, além da letra ruim e dos erros de ortografia grotescos, como pode me explicar as respostas. Já vi provas bizarras, já vi uma da OBMEP de cair no chão de tanto rir, mas essa se superou.
Jennypher Cullen Neto (Parente do Vampiro Gay do Crepúsculo?), uma campeã.
Quero ver a “cinhora” me reprovar agora!